
theme por elasocurtejackdaniel's com alguns detalhes de heyilove e memoriasagridoces. não copie, não plagie, tome vergonha na cara.I DRINK YOUR MILKSHAKE.
MERCY.
Sorry, we just fell out of our chair.
This is DDL, in Richmond, eating a steak. They’re filming Lincoln here. DDL has been in character the entire time and insists everyone address him as “Mister President.” He is also walking with a limp (which is an affectation).
I’m always fascinated by actors who stay in character throughout a production. I can understand it on an intellectual level, and it must work well since so many actors do it. But I wonder how long I could take it in person, like if I were a camera operator or costume designer or did craft services. Or what if I were Daniel Day-Lewis’s wife? Would I have to act like Mary Todd whenever we were together?
I guess it depends on how far one takes the character. Addressing Lewis as Mr. President seems easy, but does he pretend like he doesn’t know what the internet is? Does he act like he’s afraid of cars, or of women wearing pants? I want answers.
Posted 3 December 2011, 6 months ago | 200 notes | reblog this post
(originally hesahusky / via amanda)
Me segue?Me segue sigo de volta
“Vou lhe contar uma história, meio idiota mas espero que faça você rir. Fica sabendo, que eu amo o jeito que você me descreve; o jeito que você me chama pelos apelidinhos que são lindos e fofos; o jeito que você diz que sentiu minha falta; o jeito que você diz que se importa; e até o jeito que você fica com ciúmes. Eu queria você perto de mim. Pra rir, pra fazer um luau na praia, pra eu te jogar piscina, pra eu te ensinar algumas coisas que eu sei; pra te fazer rir, pra te jogar na cama, pra te observar enquanto dorme, pra te fazer feliz. Acho que nunca me senti assim, e o jeito que você mexe comigo é indescritível. Já pensou se eu estive aí contigo? Rindo, mexendo no teu cabelo, implicando contigo, te mordendo, beijando… Fazendo coisas que casais normais fazem quando estão juntos - Mas eu não posso, mas não perca as esperanças não -, sei que temos muita coisa pra viver. Sei que tua cabeça vai se encaixar perfeitamente no meu peito; onde fica o meu coração, e você vai ouvi-lo e vai rir por estar batendo tão forte; bate forte por você, bate forte por eu estar aí contigo. Fico pensando em como eu tô sendo otário. Em como eu perdi as contas de te encontrar em outras meninas, mas nunca consegui. Ou de como eu fui imbecil, por desistir de você, por pensar que você era como as outras, meu amor. Parei pra pensar de como teu sorriso deve ser lindo e o teu cheiro - Ah, teu cheiro… -, aquele cheirinho de brisa com o vento, aquele teu olho azul que nem o mar, aquela pele branquinha e macia como a neve; Essa luz do teu olhar, essas tuas palavras que veem e vão na minha cabeça à madruga, esse amor que cresce com essa distância. Eu não vou desistir de você. Não vou deixar de fazer você sorrir. Aliás, riu hoje? Nem que tenha sido por coisas idiotas? Sorriu por você? Por teus pais? Por mim? Te quero sorrindo. Te quero aqui. Mas eu não vou deixar nada atrapalhar a gente. Nada vai mudar o meu conceito que tenho por ti. E desculpa, quando eu pensei em desistir; quando pensei que não era bom; quando criança fui, tentando te fazer ciúmes; quando te ignorei; te fiz chorar; te fiz ficar magoada. Não era minha intenção, era uma maneira de você falar pra eu ficar; era mais uma maneira idiota de eu te amar… Desculpa.” Eduardo Fronteira.
Posted 3 December 2011, 6 months ago | 16 notes | reblog this post
(originally l-ieforyourself / via retur-n)
“Estranho é não saber te dizer dessa saudade, daquilo que mais me faz falta em você. Esquisito é ter que te deixar partir pra poder voltar a me sentir. Insano é consentir que você me perca, te perder mil vezes pra quem sabe me encontrar nesse labirinto de nós dois.[…] Loucura foi permitir que nos déssemos às costas por pura impaciência de desvendarmos os nossos caminhos.” - CaralhodeSociedade.
Posted 10 November 2011, 6 months ago | 14 notes | reblog this post
(originally retur-n / via retur-n)
É como diz a música: “de tantas mil maneiras que eu posso ser, estou certa que uma delas vai te agradar…”. Mas, quem disse que eu quero te agradar? E quem disse que não? Se nem sempre as coisas são como parecem ser, por vezes são. Exatamente como. Simples assim. Ou não… Quem sou? Posso ser muitas coisas, posso falar tantas outras pra que, de repente, você tenha uma vaga idéia de quem eu seja. E daí? Posso mentir, ocultar, exagerar, divagar, iludir… Mas, como poderia te dizer, de verdade, quem sou em simples palavras? Poderia até tentar, quem sabe criar um conceito sobre mim, sobre quem fui, sobre quem posso ser. Mas, a questão é que não caibo num único verbo, ninguém cabe… Não é uma questão de ser, e aí até poderia dizer que é uma questão de estar, mas o ser humano é bem mais que isso (ser, estar, permanecer, se tornar…). Eu até poderia tentar, com toda sinceridade, me definir. Se eu acreditasse em definições, quem sabe eu tentaria. Não acredito! Não tento! Definir é rotular. E pessoas não cabem em rótulos (algumas até…), conceitos fechados são só pra aquelas pessoas que se apegam a toda forma de convenções. Rotulam-se, se amoldam ao que é dito “normal”, fazem exatamente o que esperam delas, deixam de viver. Acredito no sentimento, no gesto, no afeto, nas pessoas que amo e que jamais quero perder, no coração acelerado cada vez que “aquela” pessoa te olha, e um simples toque daquele alguém faz seu corpo inteiro estremecer, acredito na cumplicidade, na intimidade que somente duas pessoas que realmente esperaram uma pela outra conseguem ter, acredito no carinho imediato e na identificação que surge logo no primeiro momento, na entrega de cara sem dúvida alguma, acredito na força das palavras e no silêncio do olhar que grita vontades dentro da gente, acredito nos instantes bobos ou nos momentos mais sérios, no papo cabeça ou naquela conversa sem nenhuma pretensão em que falamos o que nos vêm a mente sem o medo de parecermos “idiotas”, acredito em todas essas “coisinhas” que de tão tolas não poderiam ser mais sábias, que de tão simples gigantescas se tornam quando nos vemos inteiros no outro, pequenos-enormes momentos que nos fazem querer permanecer pra sempre em alguém. Acredito no que sinto, e só… Porque o que determina quem somos é o que sentimos, as pessoas que nos cercam, e os momentos que passamos com elas. Pessoas, gestos, afetos, momentos nos fazem “SER”. Frustrante quando por medo, por covardia, pressão, obrigação, ou seja lá porque for, até pelo que não entendemos ou pelo que pensamos ser nobre, lutamos contra o que sentimos, deixamos de cultivar momentos, silenciamos saudades, reprimimos vontades, desperdiçamos afetos, abandonamos o gesto, deixamos de ser nós mesmos (nossa essência se perde quando fazemos o contrário do que o nosso coração sente e quer)… Porque não se trata apenas de quem somos, mas do que sentimos, do caminho que escolhemos, onde queremos chegar e, sobretudo, das pessoas que vamos querer que estejam lá, pra dividir nossos melhores e piores momentos. Por isso, não deixe que pessoas que verdadeiramente te são importantes saiam da sua vida, jamais deixe que falte o gesto, o carinho, o abraço, ou simplesmente o olhar, aquela palavrinha que em dado minuto pode mudar tudo. Reconstruir o que se julgava perdido. Não permita nunca que medos, obrigações, imposições, e a falta de atitude te impeça de viver o que você sempre esperou. Pessoas e histórias se perdem o tempo todo. Não se perca de você. Não se perca de quem você sempre desejou. Espere o seu tempo, mas não deixe passar a hora. Não arrisque demais. Dizem que só existe um momento para ser feliz: o agora! Sei que não é simples assim, embora eu relute tanto, sei que algumas coisas só podem acontecer no depois (é preciso que um ciclo se feche completamente pra que outro se abra por inteiro, eu sei! Mas nem sempre é fácil esperar)… Seria o tal tempo certo das coisas? Sem dúvida! O segredo é não deixarmos que o tal momento certo se perca em tantos “depois”. Tomara que saibamos fazer isso. […] Tomara. (caralhodesociedade)
Posted 10 November 2011, 6 months ago | 12 notes | reblog this post
(originally retur-n / via retur-n)
“Estranho é não saber te dizer dessa saudade, daquilo que mais me faz falta em você. Esquisito é ter que te deixar partir pra poder voltar a me sentir. Insano é consentir que você me perca, te perder mil vezes pra quem sabe me encontrar nesse labirinto de nós dois.[…] Loucura foi permitir que nos déssemos às costas por pura impaciência de desvendarmos os nossos caminhos.” - CaralhodeSociedade.
Posted 10 November 2011, 6 months ago | 14 notes | reblog this post
(originally retur-n / via retur-n)
“Quando alguém te chama pra perto dói demais não saber para onde ir. Coração deserto… eu te quero, é certo! Eu te quero perto de mim. Se eu te perco tudo é vazio. Luz cinza beijando o mar. Coração deserto… eu te quero, é certo! Eu te quero perto e fim. Não sei o que dizer… Não sei como explicar… Me sinto em você e sei que nada vai mudar.Posted 10 November 2011, 6 months ago | 7 notes | reblog this post
(originally retur-n / via retur-n)
“Quando alguém te chama pra perto dói demais não saber para onde ir. Coração deserto… eu te quero, é certo! Eu te quero perto de mim. Se eu te perco tudo é vazio. Luz cinza beijando o mar. Coração deserto… eu te quero, é certo! Eu te quero perto e fim. Não sei o que dizer… Não sei como explicar… Me sinto em você e sei que nada vai mudar.Posted 10 November 2011, 6 months ago | 7 notes | reblog this post
(originally retur-n / via retur-n)
“Parada, calada… Ela pensava…
Tentava encontrar um motivo, um único que fosse, que justificasse a distância vazia que se instalou entre eles… Distância nunca havia sido problema, sempre estiveram próximos, a despeito de todas as ausências… Nunca se sentiram tão próximos de alguém, ainda que nem sempre estivessem juntos…
Não era a distância mas o distanciamento que a fazia muda naquele momento, tentando encontrar a “razão” que ecoava em seu pensamento…
O estranho é que o instante que estavam mais distantes era também o que mais se sentiam perto. Separados, distantes, ligados…! Ela se perdia, sem palavras, nesse paradoxo… não conseguia entender, universo paralelo do seu mundo, quanto mais queria fugir mais ele permanecia ali… o sentia tão dentro, sem gestos ou palavras tão distante… e ainda assim, tão presente, tão menino… Aquele mesmo menino que a olhava tão fundo, mesmo tão longe ela podia sentir aquele olhar, era como se ela entrasse nos sonhos dele, como se lesse o silêncio e atravessasse o vazio, para simplesmente, sentir o que ele tão quieto tinha tanto medo de dizer… Era como se enxergasse suas próprias fraquezas nas fragilidades dele… Sentia-se nele e a despeito de todos os desencontros os caminhos permaneciam…” - CaralhodeSociedade.
Posted 10 November 2011, 6 months ago | 12 notes | reblog this post
(originally retur-n / via retur-n)
“Estranho é não saber te dizer dessa saudade, daquilo que mais me faz falta em você. Esquisito é ter que te deixar partir pra poder voltar a me sentir. Insano é consentir que você me perca, te perder mil vezes pra quem sabe me encontrar nesse labirinto de nós dois.[…] Loucura foi permitir que nos déssemos às costas por pura impaciência de desvendarmos os nossos caminhos.” - CaralhodeSociedade.
Posted 10 November 2011, 6 months ago | 14 notes | reblog this post
(originally retur-n / via retur-n)